Histórico:

- 30/11/2008 a 06/12/2008
- 18/11/2007 a 24/11/2007
- 06/02/2005 a 12/02/2005
- 30/01/2005 a 05/02/2005
- 19/12/2004 a 25/12/2004
- 05/12/2004 a 11/12/2004
- 28/11/2004 a 04/12/2004
- 21/11/2004 a 27/11/2004
- 14/11/2004 a 20/11/2004
- 07/11/2004 a 13/11/2004
- 31/10/2004 a 06/11/2004
- 24/10/2004 a 30/10/2004
- 17/10/2004 a 23/10/2004
- 10/10/2004 a 16/10/2004
- 03/10/2004 a 09/10/2004
- 26/09/2004 a 02/10/2004



Outros sites:

- 107steps (Raziel's fotolog)
- Jenni Sad Smile (Caliope's fotolog)
- AIFOL (Samas' fotolog)
- Andera (Andera's fotolog)


Votação:

- Dê uma nota para meu blog

Indique esse Blog


Contador:

Layout:

Templates by Marina



____Fascinação____

 

Meu fascinado semblante

Te visa em flores flamejantes

Não sou eu o personagem de desfecho

Sou o lado cru da fábula

A mistura pura de sangue e olhos

Que são todos seus.

 

Amores e calores

Inseguros, imperfeitos.

Calados

Em seus cativeiros.



- Postado por: Raziel às 16h50
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




Substituto

a face de sua aura

impressa em letrados âmagos.

e não cabe a mim solvê-los

em pó de arroz.

hoje te vi, em cores psicodélicas

na verdade não sei se sonhei

ou sorri.

estou tão devoluto,

que o que parte de mim,

não pode ser emplastro,

nem íntegro como meu fim.



- Postado por: Raziel às 09h42
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




EU SOTURNO OU O DEUS DE MIM

O DEUS DOS MEUS DESEJOS
O EU. EU SOU O DEUS
DEUS DE MIM: O EU.

MASSIFICADO O MEU SOTURNO
SOTURNO É O MEU DEUS
O EU ABSOLUTO... DESEJOS... SOTURNO.

O DESEJO DO MEU DEUS
MEU EU: O EU. EU SOTURNO
E O EU: DEUS DE MIM.



- Postado por: Samas às 19h34
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________




____O homem que nasceu para não amar,
ou o homem que não nasceu para amar,
ou o homem que amou para não nascer____

A crueldade do foco alheio
já desgarrado em mim
tão pobre em claridade e sem verde,
Leva-me a languidez.

Sou deles desde que nasci,
de que são pobres desde quando gritei.
A ameaça introspectiva
Tão danosa a leigos
Tão sem hermeticidade
Me encrua em olhar de sangue pisado.

E se a luta pelas Asas é tão fútil.
E se o aclamado voar, tão branco
Porque morres lúdico lívido?

Te amo homem que nunca estava lá
Assim como te odeio feixe de luz
Que me alimenta
Que me alimenta.

Creio que meu pessimismo é de uma beleza única
Mas tão vista que parece livro de gente chata.

O lápis aos meus grossos dedos
Não surtem mais efeito como antes
Não sou, ele, culpado.

Desde que me assumi ao engodismo
E desviei o feixe de luminoso
Passei a coroa do reinado ao tempo ocioso.

Hoje meu esqueleto malogrado dói
E meu sangue venoso corrói o único fruto da arvore proibida.

Não quero mais compartilhar ao chão
A astúcia da minha perspicácia.

Não quero mais ser mundano

Serei livre nas águas do meu batizado
E farei do meu suor, suas lagrimas enfim
.

- Postado por: Raziel às 16h58
[ ] [ envie esta mensagem ]

___________________________________________________